quinta-feira, 04 de junho de 2026
Publicidade
Cidades

“Adesão dos trabalhadores na greve geral foi grande”, avalia presidente do Secor

"A população está percebendo que as medidas propostas pelo governo Temer são prejudiciais para todos os trabalhadores brasileiros e afetarão as futuras gerações", avalia José Pereira da Silva Neto.

Por Redação | Atualizado em: 02/05/2017 17:04
Publicidade

Na última sexta-feira, 28, dia de Greve Geral Nacional, o Sindicato dos Comerciários de Osasco e Região (Secor), ao lado de demais integrantes do Comitê Permanente Contra as Reformas da Previdência e Trabalhista da Região Oeste, engrossou a voz dos trabalhadores em grande mobilização que aconteceu no centro de Osasco.

Entoando palavras de ordem contra o governo Temer e as propostas da Reforma Trabalhista e da Reforma da Previdência, os manifestantes percorreram as principais ruas do centro da cidade, como a Rua Dona Primitiva Vianco e Rua Antônio Agú, e fecharam algumas lojas que ainda estavam abertas.

Com mil pessoas, ato passou pelo Largo de Osasco, Calçadão da Antonio Agu e rua Primitiva Vianco

“A adesão dos trabalhadores nas mobilizações da última sexta-feira foi grande. Durante nosso percurso, vimos que muitos comércios já estavam fechados e os trabalhadores estavam na rua com a gente. A população está percebendo que as medidas propostas pelo governo Temer são prejudiciais para todos os trabalhadores brasileiros e afetarão as futuras gerações, nossos filhos e netos, por exemplo. Manifestações como esta são essenciais para os trabalhadores mostrarem suas posições. Esperamos que o governo não passe, mais uma vez, por cima das vozes das ruas e, finalmente, nos escutem”, afirmou o presidente do SECOR, José Pereira da Silva Neto.

Publicidade

Ainda para o presidente, as reformas representam a precarização das relações trabalhistas, desvalorização do trabalhador, aumento do desemprego e perdas irreparáveis de direitos e benefícios conquistados ao longo de anos.

Movimento teve adesão de diversas categorias como metalúrgicos, comerciários, bancários, frentistas e professores, além de movimentos sociais

“Estas ameaças não vão nos intimidar. Com muita determinação e coragem vamos continuar lutando por nossos direitos. Se for preciso, vamos parar o Brasil mais uma vez”, completou.

Durante a tarde, alguns diretores e colaboradores do SECOR foram para a Avenida Paulista, onde milhares de pessoas continuaram o protesto contra a retirada de direitos.

Compartilhe:
Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sair da versão mobile