Andrade Gutierrez amplia ETE Barueri e abre 118 vagas imediatas
Projeto da Sabesp, em consórcio com a Construtora Elevação, prevê a criação total de 900 empregos na região da Grande São Paulo com a modernização da estação.

A Andrade Gutierrez Construções e Serviços (AGCS) foi contratada pela Sabesp, em consórcio com a Construtora Elevação, para executar as obras de ampliação e retrofit da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Barueri. Considerada a maior do Brasil, a ETE atende aos municípios de Barueri e Carapicuíba, além da Capital.
O projeto de saneamento deve gerar cerca de 900 empregos diretos na região. Atualmente, 118 vagas operacionais e administrativas estão abertas, com inscrições disponíveis na página de carreiras da Gupy. A obra envolverá a modernização das estruturas e equipamentos da planta, além da ampliação da capacidade de bombeamento e tratamento preliminar (bombeamento do esgoto bruto, sistema de gradeamento e construção de caixas de areia). Estas melhorias visam maior eficiência operacional, qualidade no tratamento do efluente e economia nos custos de operação e manutenção.
O consórcio ampliará, renovará e modernizará a estação de Barueri, que atualmente tem capacidade para beneficiar 7,7 milhões de habitantes. O projeto faz parte do Programa Integra Tietê, operado pela Sabesp, fruto da cooperação entre o Governo de São Paulo, iniciativa privada e sociedade, com o objetivo de expandir a coleta e aumentar a capacidade do tratamento de esgoto da Capital e Grande São Paulo, impactando a revitalização do rio Tietê.
A ETE Barueri atende municípios como Barueri, Cotia, Jandira, Itapevi, Santana do Parnaíba, Carapicuíba, Osasco, Taboão da Serra, Embu das Artes e Itapecerica da Serra. Atualmente, a planta trata, em média, 16.000 litros por segundo (l/s) de esgoto. Com a modernização, prevista para ser concluída em 34 meses, a capacidade média de tratamento preliminar será ampliada para 22.500 l/s, atingindo um pico de 34.000 l/s.
Segundo Roberval Tavares, diretor de Engenharia e Inovação da Sabesp, a partir da universalização do tratamento de esgoto, o rio Tietê dever ter melhora gradativa e condições ambientais que permitam a presença de flora e fauna, principalmente aquática, na região metropolitana.