quinta-feira, 04 de junho de 2026
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Cidades

Assaltos a joalherias expõem fragilidade da segurança dos shoppings, diz diretor da CNTV

O diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Vigilância, Amaro Pereira, defende que shoppings invistam na contratação de vigilantes treinados e segurança eletrônica.

Por Redação | Atualizado em: 03/08/2022 17:38 Siga-nos no Google News
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O assalto a uma joalheria do Shopping Central Plaza, na zona Leste de São Paulo, ocorrido na tarde de domingo (31), é mais um entre os 12 casos de roubos a lojas de joias apenas no Estado de São Paulo neste ano. O levantamento foi feito pela TV Globo.

O modus operandi dos bandidos é o mesmo: armados, entram, roubam, e muitas vezes fazem reféns. O diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Vigilância (CNTV) e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Barueri, Amaro Pereira, diz que há falhas graves na segurança dos shoppings.

“Esses assaltos denotam a fragilidade dos planos de segurança dos shoppings. Para reduzir custos, os shoppings trocam os vigilantes qualificados por fiscais de piso, controladores de acesso e atendentes. E com a ‘casa’ totalmente desprotegida os criminosos agem tranquilos”, avalia.

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Ele defende que os shoppings vendem a ideia que existe segurança, mas que a realidade é outra. “Essa redução de custo coloca a vida das pessoas que estão dentro dos shoppings em risco. São clientes e lojistas que confiaram naquela administração. E se nada for feito os assaltos vão continuar e até piorar”, declara.

Amaro defende que os shoppings centers devem investir na contratação de vigilantes treinados e segurança eletrônica. “Os bancos já passaram por essa situação. Ou investiam em segurança ou seriam sempre reféns. E fizeram a escolha certa”, finaliza.

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