quinta-feira, 04 de junho de 2026
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Política

Câmara de Osasco discute “Fake News”

A palestra foi aberta aos servidores da Casa e ao público em geral, e os participantes puderam esclarecer dúvidas sobre a prática das chamadas “Fake News”.

Por Redação | Atualizado em: 27/07/2018 19:57
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As jornalistas Rosa Symanski e Suzy Gasparini estiveram na Câmara Municipal de Osasco na manhã de quarta-feira (25), para ministrar a palestra “Fake News na política – o risco é maior em ano de eleição”. O evento foiorganizado pela Escola do Parlamento de Osasco (EPO).

A palestra foi aberta aos servidores da Casa e ao público em geral, e os participantes puderam esclarecer dúvidas sobre a prática das chamadas “Fake News”.

As jornalistas Rosa Symansky e Suzy Gasparini fizeram uma abordagem sobre o tema e explicaram como surge esse tipo de notícia. De acordo com elas, esse não é um problema novo mas as redes sociais acabam tornando a disseminação desse conteúdo de forma mais intensa e veloz.

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Uma pesquisa do Massachussets Institute of Technology (MIT) aponta que o as “Fake News” se espalham 70% mais rápido do que as notícias verdadeiras, além de serem mais compartilhadas. Quando o assunto abordado está relacionado à política, esse tipo de notícia se espalha três vezes mais rápido. Rosa lembrou que, por isso mesmo, as notícias falsas envolvendo candidatos são muito visadas.

De acordo com as palestrantes, o mercado das “Fake News” é muito lucrativo, devido ao compartilhamento de textos e vídeos, que geram lucro para as pessoas que produzem esse tipo de informação.

Ainda segundo as jornalistas, é preciso desconfiar todo tipo de notícia veiculada pelas redes sociais. Geralmente, essas notícias costumam trazer fatos mirabolantes, além de possuírem muitos erros de linguagem e terem uma formatação visual ruim.

As palestrantes explicaram que hoje existem projetos de lei de deputados ou senadores que propõem barrar essa prática no Brasil. No entanto, a regulamentação dessas matérias acaba se chocando com a questão da liberdade de expressão. Por isso, o método mais eficaz para retirar do ar as “Fake News” ainda é o processo judicial.

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Tema atual e sem regulamentação

Para o advogado Edu Eder Carvalho, que acompanhou a explanação das jornalistas, o evento foi interessante, por proporcionar conhecimento. “Achei interessante, porque o tema é atual e ainda não existe uma regulamentação sobre isso; foi uma iniciativa bem esclarecedora”, disse.

O jornalista Roberto Carlos de jesus Oliveira, da RCTV Interativa, acredita que as “Fake News” acabam influenciando os eleitores com inverdades e a palestra ajudou a esclarecer esse e outros pontos.

“Veio de encontro com a realidade que o nosso país vive, que é a falta de credibilidade, transparência e, sobretudo, punir aquelas pessoas que não são da área e que fomentam essas mentiras, que vão prejudicar a vida não só do político, mas principalmente aquele que vai decidir o futuro do Brasil, que é o eleitor”, afirmou.

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3 respostas para “Câmara de Osasco discute “Fake News””

  1. Jota disse:

    Acho que poucos comentam aqui, mas com tantos buracos na cidade de Osasco e nenhum ação sendo feita… não entendo para que gastos com palestras sendo que nosso serviço público só decai dia após dias.

    Conselho? Fazer matérias que critique a situação pública sem ao menos dar lado aos partido políticos.

    Osasco ainda tem jeito só o povo ter coragem de falar e isso pode partir de jornais como este que sigo.

  2. Elisa disse:

    Quem decide o que é Fake News? Que órgão é isento nesse país?? Está me cheirando a censura. Pois um monte de bobagens se propagam e ninguém fala nada, mas quando há interesses políticos envolvidos aparece um monte de “paladinos da justiça”…

  3. Elisa disse:

    Quem decide o que é Fake News? Que órgão é isento nesse país?? Está me cheirando a censura. Pois um monte de bobagens se propagam e ninguém fala nada, mas quando há interesses políticos envolvidos aparecem um monte de “paladinos da justiça”…

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