sexta-feira, 17 de julho de 2026
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Cidades

Cresce a venda de imóveis usados em Osasco e região

Houve alta de 45,73% nas vendas e de 26,47% no volume de contratos de locação assinados no período. Leia aqui quais foram as tendências de preços de compra e locação na região.

Por Soraia Sene | Atualizado em: 27/06/2023 11:12 Siga-nos no Google News
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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP) realizou pesquisa comparando os mercados de venda e locação de casas e apartamentos em maio com os resultados obtidos em abril e detectou aumento nas vendas de unidades usadas na região.

O Creci consultou 36 imobiliárias das cidades de: Barueri, Caieiras, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jandira, Osasco, Santana De Parnaíba, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.

Segundo a entidade, houve alta de 45,73% nas vendas e de 26,47% no volume de contratos de locação assinados no período.

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A maioria das casas vendidas no período tinha valores até R$ 400 mil. Eram casas de 3 dormitórios, com área útil variando 51 até 100 m² e de 200 a 300 m².

Para os apartamentos, a faixa de preço preferida dos compradores ficou em até R$ 300 mil, para imóveis de 2 dormitórios e área útil até 50 m².

Cerca de 37,4% das propriedades vendidas em maio estavam situadas na periferia, 27,5% nas áreas nobres e 35,2% nas regiões centrais.

Com relação às modalidades de venda, 38,2% foram financiadas pela CAIXA e 20,6% por outros bancos, 15,7% dos negócios foram fechados à vista e 22,5% parcelados diretamente pelos proprietários e 2,9% por consórcio.

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Já nas locações, a faixa de preço de preferência dos inquilinos de casas na região de Osasco ficou em até R$ 2.000,00, para imóveis de 1, 2 e 3 dormitórios com até 200 m² de área útil.

O valor de aluguel de apartamentos ficou em até R$ 1.750,00; para imóveis com 2 dormitórios e área útil de até 100 m².

A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o depósito caução. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia das cidades pesquisadas (46,2%), nos bairros mais nobres (30,8%) e nas áreas centrais (23,1%).

E daqueles que encerraram os contratos de locação, 25% para imóveis com aluguel mais caro e 28,1% não informaram o motivo da mudança e 46,9% para imóveis com aluguel mais barato.

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Escrito por

Soraia Sene

Jornalista, formada em 1997 pela FIAM - Faculdades Integradas Alcântara Machado. Com experiência nas redações de vários jornais da região e em assessorias de imprensa nas áreas de política, sindical, cidades, entretenimento e serviços públicos.
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