quinta-feira, 04 de junho de 2026
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Barueri

Escolas de Barueri ganham mais salas multifuncionais adaptadas a alunos com deficiência

O município tem 950 estudantes do ensino infantil e fundamental com algum tipo de deficiência, que utilizarão as salas multifuncionais na volta às aulas.

Por Redação | Atualizado em: 22/01/2022 00:47
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Com o início das aulas na rede municipal de ensino de Barueri previsto para 7 de fevereiro, a Secretaria de Educação ampliou de 30 para 36 o número de salas multifuncionais adaptadas para receber os alunos com deficiência.

Em Barueri, alunos com deficiência integram o programa de inclusão desenvolvido pelo Departamento Educacional Especializado (DEE), que atua na perspectiva da Educação Inclusiva para garantir o processo adequado de escolarização de acordo com as necessidades específicas.

São 950 estudantes do ensino infantil e fundamental com deficiência visual, auditiva, intelectual, motora, além dos que são portadores de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) ou de algum outro transtorno severo de aprendizagem na cidade.

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Foto: Secom

Todos eles participam em um dos 36 polos existentes nas próprias escolas, recebendo no contraturno (pela manhã ou à tarde, em período diferente da aula regular), uma ou duas vezes por semana, atividades com professores e profissionais especializados em salas adaptadas.

Os profissionais que atendem os estudantes no programa de Atendimento Educacional Especializado (AEE) são professores com formação em Educação Especial ou Educação Inclusiva, bem como psicólogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos e demais profissionais envolvidos no processo de inclusão dos alunos.

Salas multifuncionais

As salas possuem recursos de tecnologia assistida, mobiliários com acessibilidade, materiais pedagógicos, jogos, livros em braile ou que que emitem sons que contribuem não somente com o desenvolvimento intelectual, mas também na socialização.

“As salas do AEE têm como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade desses alunos, tudo isso para eliminar barreiras considerando suas necessidades específicas”, explica Deborah Leite, responsável pelo DEE.

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Os resultados são observados pelos professores no dia a dia. “Nós percebemos uma mudança no comportamento uma vez que eles têm o atendimento praticamente individualizado, as habilidades desses alunos são trabalhadas e normalmente a socialização é melhor, e na questão pedagógica a aprendizagem também melhora muito”, afirma a diretora da escola Professora Maria Meduneckas, no Jardim Silveira.

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