Grávida morre em Itapevi após ser agredida e queimada viva sob acusação de furto
Vítima de 28 anos teve mais de 70% do corpo atingido por queimaduras de segundo e terceiro grau; crime aconteceu no Jardim Portela
Uma mulher de 28 anos, que estava grávida, morreu na manhã desta terça-feira (6/1) após ter sido vítima de um linchamento em Itapevi. A vítima, identificada como moradora de rua, foi agredida e queimada viva após ser acusada por populares de ter cometido um furto em um comércio da região.
O crime ocorreu na tarde de segunda-feira (5/1), na Avenida Leda Pantalena, localizada no bairro Jardim Portela. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP), a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados para atender a ocorrência. No local, a mulher foi encontrada com lesões de segundo e terceiro grau, cobrindo mais de 70% de seu corpo.
Testemunhas relataram às autoridades que as agressões foram motivadas pela suspeita de furto. Apesar do socorro médico, a gestante não resistiu aos graves ferimentos e faleceu no dia seguinte.
Até o momento, ninguém foi preso pela participação no crime. O caso foi registrado oficialmente pelas autoridades como morte suspeita e segue sob investigação.