quarta-feira, 03 de junho de 2026
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Osasco

Karen Gaspar, Maluco Beleza, Andrea Capriotti e Rogério Lins podem ser presos a qualquer momento

Dos 21 vereadores de Osasco, 14 tiveram prisão preventiva decretada nesta terça, 6, na Operação Caça Fantasmas.

Por Redação | Atualizado em: 06/12/2016 20:57
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Dos 21 vereadores de Osasco, 14 tiveram prisão preventiva decretada nesta terça-feira, 6, na Operação Caça Fantasmas, do Ministério Público estadual. Entre os acusados, dez estão presos e quatro podem ser detidos a qualquer momento.

Andrea se recupera de acidente e estaria sob escolta policial em hospital / Foto: Eudes de Souza/CMO

Karen Gaspar (PTdoB) e o prefeito eleito, Rogério Lins (PTN) não foram presos por estarem viajando. Lins estaria em viagem a Miami (EUA). Ele informou à Justiça antes de viajar e está colaborando com as investigações, segundo a assessoria do prefeito eleito.

Karen Gaspar não foi presa nesta terça por estar em viagem / Foto: Eudes de Souza/CMO

Andrea Capriotti (PEN) está internada no hospital Sino Brasileiro se recuperando de um acidente de carro que sofreu no domingo. Ela estaria sob escolta policial e, após ter alta, deve ser encaminhada à penitenciária do Tremembé, assim como os outros parlamentares presos.

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Já com relação a Maluco Beleza (PTN), ainda não há informações sobre o paradeiro do parlamentar. Crescem boatos, ainda não confirmados pela polícia, de que ele estaria foragido.

Prefeito eleito Rogério Lins está licenciado do cargo de vereador e em viagem para fora do país; assessoria diz que ele é inocente colabora com as investigações e informou à Justiça que viajaria / Foto: Eudes de Souza/CMO

Os parlamentares osasquenses presos nesta terça-feira, 6, são Alex da Academia (PDT), André Sacco (PSDB), Batista Comunidade (PT do B), Francisco de Paula (De Paula) (PSDB), Jair Assaf (PROS), Josias da Juco (PSD), Rogério Silva (PRB), Toniolo (PCdoB) e Valdomiro Ventura (PTN) e João Góis (PT).

Suspeita de desvio de R$ 21 milhões 

Segundo o Ministério Público, os 14 vereadores que tiveram prisão preventiva decretada faziam parte de um esquema de contratações de funcionários fantasmas na Câmara Municipal de Osasco.

De acordo com as investigações, eles ficavam com parte do salário desses fantasmas. Pelo menos R$ 21 milhões teriam sido desviados, segundo o Ministério Público.

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Os vereadores que se pronunciaram se disseram inocentes.

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