Manifestantes queimam ônibus na Marginal do Rodoanel em Carapicuíba
Um grupo de manifestantes incendiou um ônibus na Marginal do Rodoanel, em Carapicuíba, na tarde desta sexta-feira (6).
Vândalos queimaram ônibus na sexta-feira (6) em protesto contra reintegração de posse na área da Cohab V / Foto: reprodução/redes sociais
Um grupo de manifestantes incendiou um ônibus na Marginal do Rodoanel, em Carapicuíba, na tarde desta sexta-feira (6). A ação complica o trânsito na região, que teve de ser desviado.
A medida seria em protesto contra uma reintegração de posse marcada para o dia 12 em um terreno ocupado por centenas de famílias na área da Cohab V, em Carapicuíba.
A desocupação do terreno deve afetar mais de 500 famílias. Ontem, um grupo de manifestantes já havia bloqueado a Marginal do Rodoanel atravessando um ônibus na via, entre outras ações.
Esses acéfalos e seus seguidores oportunistas, colocaram fogo numa barricada na minha rua, o que nos, que moramos, temos haver com isso?, não invadimos nada, tudo nosso é pago, água, luz, iptu, condomínio , enfim bem diferente destas pessoas, que se apossam de um lugar e acham que é seu, e pelo que escuto, não querem sair mesmo, quantos anos essas pessoas estão apoitadas neste local??? Sergio Ribeiro(PT), demais vereadores deste sequito, que tbm. apoiaram e não fizeram nada, nem reprimiram a invasão, e tão pouco, projetaram resolução para este empasse, numa situação como esta, quem mandou invadir, vai gente, atras deles, e cobrem a solução da questão, boa sorte p tds.nos.
Isto que está acontecendo na região do entorno do Paturis é o descaso desse governo corrupto do PSDque não se preocupou em fazer um projeto de moradias populares para essas pessoas que não tem nem como pagar um aluguel que é caríssimo aqui em São Paulo.
Bando de acéfalos que fazem com que a opinião pública dos moradores fiquem ainda mais contra eles e queiram que saiam logo dos locais que invadiram. Só farão com que no dia 12/08 a força policial seja mais bruta do que wue o normal, começa perigo de crianças serem feridas.
O que importa agora é o plano para que, uma vez elas retiradas, não seja permitindo que voltem