Medo de Dentista? Conheça tratamentos alternativos
Muito comum, tanto em crianças como em adultos, o medo do dentista é um dos principais fatores que impedem muita gente de ter uma boca saudável. De acordo com a Associação Brasileira de Odontologia, “mais de 27 milhões de brasileiros nunca foram ao dentista por falta de informação ou de acesso”.

Equipamentos utilizados atualmente causam menos desconforto ao paciente, mas medo persiste / Foto: Banco de imagens/sxc.hu
Willian Galvão
Muito comum, tanto em crianças como em adultos, o medo do dentista é um dos principais fatores que impedem muita gente de ter uma boca saudável. De acordo com a Associação Brasileira de Odontologia, “mais de 27 milhões de brasileiros nunca foram ao dentista por falta de informação ou de acesso”.
Opções incluem até acupuntura e fitoterapia
Atualmente, os equipamentos utilizados pela maioria dos dentistas não causam dor como antigamente. Ainda assim, os odontofóbicos não suportam a ideia de entrar em um consultório. Hoje em dia, existem algumas alternativas para quem sofre desse mal, que vão de tratamentos alternativos, anestésicos, a recursos terapêuticos.
O tratamento vibroterápico é uma das opções. Ele é feito através de uma esteira vibratória colocada sobre a cadeira odontológica, que ajuda o paciente a ficar tranquilo. Entre os alternativos, há os que utilizam hipnose, acupuntura, florais de Bach, fitoterapia, homeopatia e laser terapia.
O cirurgião-dentista Dr. Aonio Genicolo, conhecido por tratar pessoas famosas, conta que todos os detalhes devem ser pensados nos casos de odontofobia. “No meu consultório alguns programas são proibidos na TV, a gente prefere programas que captem a atenção dos pacientes, por exemplo”. Alguns consultórios têm se especializado nesse nicho e adotaram sistemas como a decoração do ambiente, que influencia o paciente, a cromoterapia, a aromaterapia, músicas relaxantes e até o uso de imagens.
Em casos mais sérios, quando a fobia é extrema, utilizam-se sedativos como calmantes que induzem ao sono, ou ansiolíticos, que agem nos neurotransmissores do cérebro e aumentam a sensação de prazer e euforia. Para esses pacientes muitas vezes é preciso acompanhamento psicológico, até que a pessoa consiga achar um equilíbrio entre o medo e a necessidade de ir ao dentista.
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