quinta-feira, 04 de junho de 2026
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Cidades

Mesmo com determinação da Justiça, Unifieo ainda não recontratou professores, que fazem ato na quarta, 19

Docentes, que estão com mais de seis salários atrasados, fazem nova mobilização em frente à instituição na quarta, 19.

Por Carol Nogueira | Atualizado em: 17/04/2017 19:50
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Mais de 100 professores aguardam a recontratação do Centro Universitário Fieo (Unifieo), após decisão da Justiça do Trabalho, emitida em março, que determinou a reintegração imediata dos docentes dispensados durante greve com um atraso de mais de seis salários.

Segundo o professor Antônio Carlos Roxo, o Unifieo ainda não procurou os docentes para reassumir os postos de trabalho.

O documento também determina a reintegração dos benefícios como plano de saúde e que a instituição se abstenha de contratar professores substitutos, sob pena de multa diária de R$ 5 mil por trabalhador prejudicado.

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A Justiça considerou a greve não abusiva, nos termos do artigo 14, da Lei 7.783/89, e bloqueou o bens da instituição e dos sócios, até que a decisão seja cumprida integralmente.

A reportagem tentou contato com o Unifieo, por meio da assessoria de imprensa, que não retornou às solicitações de informações até a publicação desta matéria.

Nesta quarta, 19, o Sindicato dos Professores de Osasco e Região (Sinprosasco) convocou um ato em defesa do Unifieo, às 18h em frente ao bloco prata da instituição, na Vila Yara.

Reforma administrativas e dívidas  

A instituição, que tem mais de R$ 20 milhões em dívidas, alega falta de recursos e diz que estuda alternativas para quitar as pendências.

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Em janeiro deste ano, professores da Universidade assumiram os cargos de reitor, pró-reitor e iniciaram uma reforma administrativa para reerguer o Unifieo, com plano de demissão voluntária e fechamento de cursos.

O pró-reitor Franco Cocuzza chegou a declarar que se o professor depende apenas de salário do Unifieo, “problema dele”. 

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Carol Nogueira

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