Moradores do entorno questionam projeto Nova Raposo Tavares
Associações de bairros afetados temem impactos ambientais e de mobilidade das obras na rodovia.

Moradores das cidades ao longo da Raposo Tavares estão se mobilizando contra o projeto Nova Raposo Tavares, do governo do estado de São Paulo, que prevê a concessão da rodovia e diversas intervenções, como instalação de pórticos de pedágio, construção de túneis, viadutos e alargamento de pistas (leia aqui). Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, representantes de 77 entidades lançaram um manifesto intitulado “Nova Raposo, não!” pedindo a reabertura das consultas públicas sobre o projeto.
Os moradores temem impactos ambientais, como a remoção de árvores centenárias, e de mobilidade urbana, com a possibilidade de aumento dos congestionamentos em áreas residenciais. Eles também criticam a falta de estudos técnicos detalhados sobre os efeitos das obras e de participação efetiva da população no processo.
A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) afirma que o projeto está em fase de desenvolvimento e pode sofrer ajustes, observando eventuais restrições legais. No entanto, grupos de moradores cobram a realização de novos estudos de impacto ambiental, de vizinhança e de mobilidade, além de uma consulta pública mais ampla antes da execução do plano.
Fonte: O Estado de S. Paulo
Uma grande quimera com falta de planejamento, do lado faraônico do rodo anel que já está atrasado há décadas.
Proposta descabida do governo do estado e que em nada resolve o problema de mobilidade e transporte da região. A região precisa de um metrô e não de pedágio em uma estrada que se tornou uma avenida com intenso tráfego. Se querem cobrar, que seja através da implantação de um metrô. Isto sim traz melhoria para o trânsito, alivia o intenso tráfego, beneficia a população. O metrô sim poderia ser cobrado, é melhor pagar metrô do que sistema de ônibus que não funciona, do que combustível para ficar no trânsito levando mais de uma hora para fazer um trajeto que levaria 15/20 min por um sistema de transporte por trilho.