quinta-feira, 04 de junho de 2026
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“O puerpério é tortura”: Key Alves desabafa sobre dores e choro diário no pós-parto

A ex-BBB e jogadora de vôlei Key Alves utilizou suas redes sociais neste fim de semana para compartilhar um relato sincero e sem filtros sobre os primeiros dias da maternidade.

Por Redação | Atualizado em: 05/01/2026 13:27
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A ex-BBB e jogadora de vôlei Key Alves utilizou suas redes sociais neste fim de semana para compartilhar um relato sincero e sem filtros sobre os primeiros dias da maternidade. Mãe de primeira viagem da pequena Rosamaria, nascida em 26 de dezembro de 2025, Key usou os Stories do Instagram para desconstruir a imagem idealizada do pós-parto, classificando o período do puerpério como uma “tortura”.

Em vídeos publicados entre sábado (3) e domingo (4), a influenciadora detalhou a rotina exaustiva com a recém-nascida, fruto do relacionamento com o cantor sertanejo Bruno Rosa. “Esse é o horário que eu consegui tomar um banho, fazer alguma coisa. A realidade é outra”, iniciou, contrapondo sua vivência ao conteúdo glamourizado frequentemente visto na internet.

Key Alves, Bruno Rosa e Rosamaria / Foto: Instagram/Reprodução

“Realidade monstruosa”

Key foi enfática ao descrever as dificuldades físicas e emocionais que tem enfrentado. “A internet pinta como se fosse lindo, mas não é bem assim. Mulheres, o puerpério é tortura!”, desabafou. Em outro momento, ela reforçou a intensidade da experiência: “A realidade é monstruosa. É monstruoso ser mãe. Não é pra muitos, não, tá?”.

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A ex-atleta do Osasco Vôlei listou as mudanças rápidas em sua aparência e o cansaço acumulado. “Cabelo já foi de ‘arrasta’ — ó, mega hair já era, tudo saindo. Olheira vindo. Sobrancelha, nem sei quando foi a última vez que fiz”, contou. Além da estética, Key mencionou o sofrimento físico relacionado à amamentação: “Meu peito dói mais do que sei lá o quê”.

A influenciadora admitiu que o choro tem sido constante em sua nova rotina. “E sim, gente, eu tô chorando todos os dias. Não tenho o que fazer”, revelou. Ela contou que buscou orientação com a médica responsável pelo seu acompanhamento, que a aconselhou a não reprimir os sentimentos. “Ontem a gente conversou com a médica. Ela falou: ‘Cara, se permita, chore’. Porque não tem o que fazer”, relatou Key.

 

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