quinta-feira, 04 de junho de 2026
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Cidades

Osasco discute tecnologias para oferecer inclusão digital a mais de 13 mil pessoas com deficiência

Encontro no Paço Municipal reuniu especialistas para discutir como a tecnologia pode derrubar barreiras e acolher os milhares de moradores que dependem de acessibilidade.

Por Redação | Atualizado em: 11/03/2026 13:00
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Osasco deu mais um passo para se tornar uma cidade cada vez mais inclusiva. Na manhã desta terça-feira (11), o Paço Municipal sediou um encontro dedicado à acessibilidade digital que reuniu especialistas, gestores públicos e a comunidade para debater como a tecnologia pode derrubar barreiras para quem possui algum tipo de deficiência.

O debate ganha relevância quando olhamos para os números locais: de acordo com o Estudo de Vulnerabilidades Sociais de Osasco, a cidade abriga mais de 13 mil pessoas com deficiência.

O objetivo da iniciativa, realizada no Dia Municipal da Acessibilidade Digital, é garantir que essa parcela significativa da população tenha total autonomia, tanto em espaços físicos quanto no ambiente virtual.

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A cidade já apresenta resultados positivos no cenário nacional. Um exemplo é o setor metalúrgico de Osasco e região, na qual 97,7% das vagas destinadas a profissionais com deficiência (Lei de Cotas) estão preenchidas — um índice que supera a média de muitas capitais brasileiras.

Acessibilidade no centro das decisões

O evento contou com a participação do ICOM, uma socialtech brasileira que é referência em comunicação acessível. Com intérpretes de Libras em tempo real, a empresa mostrou como a tecnologia pode facilitar o atendimento de cidadãos surdos em serviços públicos e privados.

Para o CEO do ICOM, José Araújo Neto, a inclusão precisa ser pensada de forma ampla. “Debater acessibilidade é fundamental. As pessoas com deficiência precisam ser incluídas tanto nos espaços presenciais quanto nos digitais”, afirmou o executivo durante o encontro.

O gerente de comunidade do ICOM, Fábio de Sá, também reforçou que a acessibilidade deve estar no coração de qualquer projeto público. Segundo ele, oferecer ferramentas como a interpretação em Libras é uma forma prática de garantir que todos tenham o mesmo acesso à informação e às oportunidades.

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