Otávio Mesquita processa Juliana Oliveira em R$ 50 mil por danos morais
Após arquivamento de acusação de est*pr0, apresentador processa ex-assistente de palco do "The Noite" e pede indenização por danos morais.

A batalha judicial entre o apresentador Otávio Mesquita e a ex-assistente de palco do programa “The Noite”, do SBT, Juliana Oliveira, está longe de terminar. Embora o inquérito criminal em que ela o acusava de estupro tenha sido arquivado, a disputa ganhou um novo capítulo: Mesquita agora move um processo contra Juliana, pedindo uma indenização de R$ 50 mil por danos morais.
As informações são do portal LeoDias. À repórter Patrícia Calderón, o apresentador confirmou a ação cível, alegando que a acusação causou prejuízos à sua imagem e reputação. A decisão de processá-la foi reforçada após o Ministério Público de São Paulo encerrar a investigação contra ele. A decisão foi mantida pela Procuradoria-Geral de Justiça em 12 de novembro, encerrando o processo sem possibilidade de novos recursos.
Ao falar sobre o desfecho do inquérito, Mesquita se disse “bem aliviado” e destacou sua carreira de 40 anos sem processos. “Lamento muito que esse tipo de ação tenha sido tão irresponsável a ponto de quase tentar me prejudicar, mas felizmente Deus está do lado de quem é uma pessoa correta”, afirmou em entrevista ao Portal LeoDias. Ele ressaltou que, embora o caso contra ele tenha sido encerrado, seu processo contra Juliana será mantido.
Outro lado: defesa de Juliana critica arquivamento
Enquanto Mesquita parte para a ofensiva na esfera cível, a defesa de Juliana Oliveira criticou o arquivamento do caso criminal. Em nota, os advogados afirmaram que a principal prova — um vídeo que, segundo eles, conteria as agressões e uma confissão — foi tratada pelo Ministério Público como “insignificante, irrelevante, banal e insuficiente”.
A equipe jurídica de Juliana alega que a decisão reflete “ideologias raciais e patriarcais”. Apesar do encerramento do inquérito, os advogados garantem que utilizarão todos os recursos possíveis nas instâncias superiores do Judiciário para tentar reverter a decisão e impedir que o caso seja “engavetado”.
Com informações do Portal LeoDias