quinta-feira, 04 de junho de 2026
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Cidades

Professora diz ter sido ameaçada de estupro coletivo em Cotia

Segundo Vanessa, ela estava andando na rua quando foi abordada por um sujeito em uma moto que disse: “Não fica assustada que não é um assalto. É só pra você ficar na sua nesse segundo turno. Se não, você vai saber o que é um estupro coletivo”.

Por Redação | Atualizado em: 18/10/2018 14:29
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Por Giorgia Cavicchioli, na Revista Fórum

A professora Vanessa Gravino, presidente do PSOL Cotia, diretora da Apeoesp e da Central Intersindical, afirma ter sido ameaçada por um homem na rua no dia 9 de outubro. Segundo Vanessa, ela estava andando quando foi abordada por um sujeito em uma moto que disse: “Não fica assustada que não é um assalto. É só pra você ficar na sua nesse segundo turno. Se não, você vai saber o que é um estupro coletivo”.

De acordo com a professora, não foi possível identificar o homem e nem saber de onde veio essa iniciativa. Porém, ela afirma que já tomou todos os cuidados extras para se proteger da ameaça. Mesmo assim, Vanessa acredita que é preciso falar sobre o que aconteceu.

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“Eu acho que tem uma questão de ambiguidade no sentimento. A gente quer buscar uma proteção e esses cuidados que já busquei. Mas também acho que não está num momento de ficar calado. Se a gente cala, essas coisas não terão visibilidade. As pessoas acham que é fake news ou que é exagero nosso, mas é um ‘cala a boca’. É importante ter esses cuidados, mas, ao mesmo tempo, colocar essa questão”, afirma a professora.

Segundo ela, não é possível dizer que essa ameaça tenha vindo de um partido ou candidatura específica, mas que existe um ódio muito grande ganhando força no Brasil e que esse ódio tem direção: principalmente mulheres e a comunidade LGBTI.

Leia mais no site da Revista Fórum

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Uma resposta para “Professora diz ter sido ameaçada de estupro coletivo em Cotia”

  1. Elias Jr disse:

    Como sempre, muitas pessoas da oposição estão fazendo a mesma coisa. Fingem estarem sendo ameaçadas.
    Óbvio que o contexto por ela dito tem viés partidário. Mas, é isso, ela deveria informar o máximo de informações possíveis e abrir um boletim de ocorrência para ser melhor apurado. Ou vai fazer igual a garota que ‘supostamente’ foi marcada com uma ‘suástica’ e não quis seguir com a denúncia por ‘medo’. Medo sim, medo de descobrirem a farsa.

    Um exemplo disso foram as suásticas pichadas em diversos lugares pelo país, câmeras mostraram que foram feitas por vândalos do movimento EleNão. Ou seja, reta final de eleição, o que vai surgir de histórias para boi dormir não dará para contar nos dedos.

    Por fim, reitero: cara professora, ajude a polícia com mais detalhamento sobre o ocorrido. Se tiver procedência, a população terá o discernimento necessário para ajudá-la e te dar suporte.

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