Programa estadual que atende famílias em vulnerabilidade chega a Osasco e Cotia em março
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (SEDS) expandiu o programa SuperAção SP para 39 novos municípios, incluindo Osasco, Cotia e Carapicuíba. A iniciativa, que dá suporte a famílias inscritas no Cadastro Único, já está presente em cidades como Barueri e Embu das Artes.
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (SEDS) expandiu o programa SuperAção SP para 39 novos municípios. A partir do dia 10 de março, 169 agentes e supervisores iniciam o atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade social em cidades como Osasco, Carapicuíba e Cotia. Com a medida, o projeto passa a contar com 221 profissionais em 47 localidades.
O programa utiliza os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) como base de operação nos territórios. Segundo a secretária Andrezza Rosalém, o SuperAção SP funciona como um elo entre o governo estadual e as prefeituras. O objetivo é a construção de uma rede de proteção mais ágil para as famílias que mais precisam de suporte técnico e social.
Atualmente, o projeto já possui atuação em oito cidades, entre elas Barueri, Embu das Artes e Itaquaquecetuba. Esta nova fase de implementação integra ações de Proteção Social Básica e Vigilância Socioassistencial para promover a autonomia dos beneficiários. Da região, além de Osasco, Cotia e Carapicuíba, Santana de Parnaíba e Taboão da Serra também recebem a iniciativa nesta etapa.
Para viabilizar a estrutura, o governo estadual destinou R$ 110 milhões no cofinanciamento dos municípios que aderiram ao programa. De acordo com o diretor de Gestão do SUAS, Rodrigo Lachi, o recurso prioriza a remoção de barreiras à inclusão produtiva.
Como funciona o programa
O SuperAção SP atende famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda por pessoa inferior a meio salário-mínimo. O trabalho ocorre diretamente nas casas das famílias, onde os agentes realizam um diagnóstico e elaboram o Plano de Desenvolvimento Familiar (PDF).
Este documento organiza metas educacionais e profissionais personalizadas para cada perfil. Além do acompanhamento, que pode durar até dois anos, os agentes conectam as famílias a políticas públicas de saúde e educação. O foco central é a promoção da independência financeira e o acesso a direitos fundamentais.