quarta-feira, 03 de junho de 2026
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Cidades

Sétima morte por metanol em São Paulo é de jovem de 25 anos

A sétima morte confirmada por intoxicação com metanol no estado de São Paulo é a de Cleiton da Silva Conrado, de 25 anos, morador de Osasco.

Por Redação | Atualizado em: 23/10/2025 12:52
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A sétima morte confirmada por intoxicação com metanol no estado de São Paulo é a de Cleiton da Silva Conrado, de 25 anos, morador de Osasco. De acordo com informações do “G1”, o jovem foi encontrado sem vida em sua casa no dia 23 de setembro.

Segundo o boletim de ocorrência, o médico que atendeu o caso inicialmente suspeitou de overdose. No entanto, exames realizados no Instituto Médico Legal (IML) apontaram a presença de 16 dg/L de metanol no sangue da vítima, confirmando a intoxicação.

A companheira de Cleiton, Jhenifer Carolina dos Santos Gomes, também foi encontrada desacordada no local, foi levada ao hospital, mas não resistiu. O caso dela, contudo, não aparece entre os oficialmente investigados no estado, ainda segundo o G1.

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O casal havia participado de um churrasco na casa de Daniel Antonio Francisco Ferreira, de 23 anos, também de Osasco e a quinta vítima fatal confirmada. A viúva de Daniel havia relatado que, após a festa, os três saíram juntos para comprar mais bebida em uma adega onde ele tinha costume de ir, mas nunca teve problemas. Pouco tempo depois, Daniel também passou mal e veio a falecer.

Daniel Antonio morreu no dia 25 de setembro /Foto: Reprodução/TV Globo/Arquivo Pessoal

Além de Cleiton e Daniel, as outras cinco mortes confirmadas são de Ricardo Lopes Mira, de 54 anos, Marcos Antônio Jorge Júnior, 46, Marcelo Lombardi, 45, Bruna Araújo, 30, e Leonardo Anderson, 37.

O número de casos confirmados de intoxicação por metanol no estado subiu para 42 até essa quarta-feira (22). Dentre os casos confirmados está Rafael Anjos Martins, de 28 anos. Ele segue em coma há mais de 50 dias em um hospital de Osasco após ingerir gin adulterado com metanol, comprado em uma adega na zona sul da capital. O laudo confirmou a presença da substância em seu sangue, e ele permanece internado, dependente de ventilação mecânica e sem fluxo sanguíneo cerebral.

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