quinta-feira, 04 de junho de 2026
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Setor de bares e hotéis espera faturar R$ 211 bilhões com Copa do Mundo e feriados em São Paulo

A projeção da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp) aponta crescimento de 9% em relação ao ano anterior.

Por Redação | Atualizado em: 23/03/2026 16:40
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Os setores de alimentação fora do lar e hospedagem em São Paulo devem faturar R$ 211 bilhões em 2026, impulsionados pela Copa do Mundo e pelos próximos feriados prolongados. A projeção da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp) aponta crescimento de 9% em relação ao ano anterior.

Segundo levantamento do Núcleo de Pesquisas e Estatísticas da entidade, os segmentos somaram R$ 193,6 bilhões em 2025. Desse total, R$ 26,2 bilhões vieram da hospedagem, enquanto R$ 167,4 bilhões foram gerados por bares, restaurantes, lanchonetes, padarias e outros estabelecimentos.

A expectativa de crescimento está ligada ao aumento do fluxo de pessoas, tanto em viagens quanto no consumo fora de casa, especialmente durante eventos esportivos e datas de folga prolongadas.

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Na avaliação de Edson Pinto, o futebol deve ampliar o movimento em bares e restaurantes. “O futebol é uma paixão nacional e já é tradição o país parar para assistir as partidas da Copa do Mundo, em especial, as da Seleção Brasileira. Com isso, bares, clubes e restaurantes se tornam pontos de encontro e unem as pessoas numa só torcida. No fim das partidas, o setor é sempre quem sai ganhando, independentemente do resultado do jogo”, afirmou.

A Copa será realizada entre 11 de junho e 19 de julho, com jogos no Canadá, México e Estados Unidos, em horários que favorecem a reunião de público em estabelecimentos.

Já os feriados prolongados devem estimular viagens curtas e o turismo interno. “Essas datas vão beneficiar quem quer realizar viagens mais curtas, para conhecer o próprio estado, por exemplo. O cenário impacta a Economia como um todo, com geração de mais postos de trabalho para suprir a demanda e uma cadeia de serviços que também é movimentada pelo alto fluxo de clientes”, destacou Edson Pinto.

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