domingo, 19 de julho de 2026
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Cidades

Venda de imóveis registra forte alta na região

Já o volume de novos contratos de locação assinados no período teve queda de 0,06%..

Por Soraia Sene | Atualizado em: 14/03/2024 12:17 Siga-nos no Google News
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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP) publicou um estudo relativo à negócios com imóveis em Osasco e região no mês de Janeiro de 2024, em comparação com dezembro de 2023, que registrou uma forte alta nas vendas.

Foram consultadas 34 imobiliárias das cidades Osasco, Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Santana De Parnaíba, entre outras, sobre venda e locação de casas e apartamentos.

Segundo a entidade, as vendas apresentaram alta de 233,52% e o volume de novos contratos de locação assinados no período teve queda de 0,06%.

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“Osasco está entre as 10 cidades com o maior PIB do País e essa é uma região para quem quer morar bem com um excelente custo-benefício. Por essa razão, é muito positivo que janeiro tenha iniciado com números tão significativos para o nosso segmento”, comentou José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP.

Vendas em Janeiro

A média de valores das casas vendidas no período ficou em até R$ 350 mil. A maioria era de casas de 2 e 3 dormitórios, com área útil de até 100 m².

Os apartamentos vendidos tinham valores médios de até R$ 350 mil, com 2 dormitórios, e área útil de 50 até 100 m².

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Com relação às modalidades de venda, 39,7% foram financiadas pela CAIXA, 23,5% por outros bancos, 19,1% diretamente pelos proprietários, 14,7% dos negócios foram fechados à vista e por consórcios, 2,9% no período.

 

Locações em Janeiro

A faixa de preço de locação de preferência dos inquilinos de casas ficou em até R$ 1.750,00, para imóveis de 3 dormitórios com 50 até 100 m² de área útil.

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A faixa de preço de locação de apartamentos ficou em até R$ 2.500,00 para imóveis de 3 dormitórios com 50 m² até 200 m² de área útil.

A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o depósito caução. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia das cidades pesquisadas (49%), na região central (10,2%) e nos bairros mais nobres (40,8%).

E daqueles que encerraram os contratos de locação, 40% não informaram a razão da mudança, 25,7% optaram por aluguéis mais baratos, 34,3% para alugueis mais caros.

Escrito por

Soraia Sene

Jornalista, formada em 1997 pela FIAM - Faculdades Integradas Alcântara Machado. Com experiência nas redações de vários jornais da região e em assessorias de imprensa nas áreas de política, sindical, cidades, entretenimento e serviços públicos.
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