quinta-feira, 04 de junho de 2026
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Cidades

Vendas de imóveis caem na região, mas locações registram alta em agosto

Pesquisa do CRECISP revela queda de 37,6% nas vendas de imóveis residenciais usados, enquanto novas locações crescem 38,1% na região.

Por Soraia Sene | Atualizado em: 25/09/2024 13:17
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De acordo com um levantamento realizado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP), o mercado imobiliário de Osasco e região apresentou queda nas vendas, mas um crescimento expressivo no volume de novas locações de imóveis residenciais usados em agosto de 2024. Comparado a julho, as vendas caíram 37,6%, enquanto os contratos de locação aumentaram 38,1%, demonstrando uma mudança nas preferências dos consumidores.

A pesquisa incluiu dados de 70 imobiliárias das cidades de Carapicuíba, Cotia, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jandira, Juquitiba, Osasco, Santana de Parnaíba, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.

Queda nas vendas
O estudo mostrou que a maioria dos imóveis vendidos foi de casas e apartamentos com 2 dormitórios, sendo a faixa de preço mais comum entre R$ 200 mil e R$ 300 mil. Entre as modalidades de pagamento, o financiamento pela Caixa Econômica Federal foi a opção mais escolhida (32,6%), seguido de financiamento por outros bancos (21,7%).

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A distribuição geográfica das vendas se dividiu igualmente entre periferia e áreas centrais (48,6% cada), enquanto apenas 26,1% dos imóveis estavam localizados em áreas nobres.

Crescimento nas locações
No mercado de locação, a maioria das propriedades alugadas também era composta por imóveis de 2 dormitórios, com preferência por aluguéis na faixa de R$ 2 mil a R$ 3 mil mensais. A maior parte dos contratos foi fechada para imóveis situados em regiões periféricas (61%). A modalidade de garantia mais utilizada pelos locatários foi o depósito caução.

O levantamento também indicou que 45% dos locatários que encerraram seus contratos optaram por imóveis com aluguéis mais baratos, enquanto 26,1% migraram para opções mais caras.

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Escrito por

Soraia Sene

Jornalista, formada em 1997 pela FIAM - Faculdades Integradas Alcântara Machado. Com experiência nas redações de vários jornais da região e em assessorias de imprensa nas áreas de política, sindical, cidades, entretenimento e serviços públicos.
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