quinta-feira, 04 de junho de 2026
Publicidade
Economia

Visão Atenta

Saiba mais sobre os bastidores e fatos da política local que repercutiram durante a semana

Por William Galvão | Atualizado em: 18/02/2016 17:10
Publicidade

Fernando Augusto

Universidade Federal
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, evitou estabelecer um prazo para o início das obras do campus definitivo da Unifesp em Osasco, mas disse que a verba necessária para a obra está no orçamento deste ano. O ministro esteve em Osasco dia 13 para participar da mobilização contra o mosquito Aedes Aegypti no Rochdale.

Licitação
Segundo Mercadante, problemas na licitação geraram o atraso no campus definitivo. Atualmente, a Unifesp funciona provisioriamente em um campus da Fundação Instituto Tecnológico de Osasco (FITO). “Teve um problema na licitação, a reitoria [da Unifesp] vai fazer outra. Falei com a reitora mês passado”, disse o ministro, que afirma ter conversado com o prefeito Jorge Lapas sobre o assunto.

Eudes Souza/CMO

IPTU
A sessão de terça-feira, 16, na Câmara de Osasco teve discussão entre governo e oposição sobre o IPTU. O vereador André Sacco (PSDB) apresentou moção onde afirma que o aumento chega a 12% em alguns imóveis, o que ultrapassaria o índice aprovado ano passado. A defesa do governo coube ao vereador Aluísio Pinheiro (PT), segundo o qual o aumento, se não houve ampliação da área construída, seria fruto de erro na emissão do carnê.

Publicidade

Todos soltos
A chacina ocorrida em outubro em Osasco e Barueri, que deixou 19 mortos, voltou a ser tema na Câmara Municipal. O vereador Valdir Roque (PT) criticou a revogação das prisões de sete policiais militares dia 12, em decisão da Justiça Militar, e chamou o secretário de Segurança Pública de incompetente.

 

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Vitória…
Com 37 votos, o deputado Leonardo Picciani (RJ) foi reconduzido ao cargo de líder da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados. Mais próximo ao Palácio do Planalto, Picciani venceu Hugo Motta, que obteve 30 votos. Motta era o candidato do presidente da Casa, o também peemedebista Eduardo Cunha (RJ).

… governista
A escolha da liderança da bancada do partido é uma das mais esperadas neste início de ano em função dos reflexos que o nome terá sobre as decisões na Câmara, entre elas a pauta de votações do governo e o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A eleição de Picciani é entendida como favorável ao Planalto e enfraquece uma parcela do PMDB que defende o rompimento com o governo. A escolha também pode ter impacto no destino de Cunha, que enfrenta um processo de cassação de mandato no Conselho de Ética.

Publicidade
Compartilhe:
Escrito por

William Galvão

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sair da versão mobile