Corpo encontrado em Interlagos é de empresário que estava desaparecido
O corpo encontrado na manhã desta terça-feira (3) em uma área em obras nas proximidades do Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo, é do proprietário da rede de óticas com lojas em Osasco e Barueri, Adalberto Júnior, de 35 anos, que estava desaparecido desde o último sábado (31). A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), em nota.
O corpo encontrado na manhã desta terça-feira (3) em uma área em obras nas proximidades do Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo, é do proprietário da rede de óticas com lojas em Osasco e Barueri, Adalberto Júnior, de 35 anos, que estava desaparecido desde a última sexta-feira (30). A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), em nota.
Hoje mais cedo, a SSP havia informado sobre a localização de um corpo e que equipes do Geacrim (Grupo Especializado em Atendimento de Local de Crime) trabalhavam na identificação, que agora se confirma.
A família do empresário também confirmou que trata-se do corpo de Adalberto, segundo o “G1”.
O desaparecimento
Adalberto Júnior foi visto pela última vez após participar de um evento de motocross no Autódromo de Interlagos. Segundo relatos da esposa à Record TV, ele foi sozinho de carro até o estacionamento do autódromo e, de lá, utilizou uma van da organização do evento para se deslocar até a área das corridas.

Último contato de Adalberto com a esposa foi na noite do sábado / Foto: Reprodução/Record TV
A última comunicação com a esposa ocorreu por mensagens de texto por volta das 19h48 do dia do desaparecimento, quando ele informou que a competição que assistia deveria terminar às 20h30. No entanto, Adalberto não retornou para casa. Um amigo presente no evento relatou que, por volta das 20h, o empresário mencionou que seu celular estava sem bateria e que seguiria para casa.
O veículo de Adalberto permaneceu no estacionamento do autódromo e passou por perícia técnica. A família, que tinha acesso às suas contas bancárias, não identificou movimentações financeiras suspeitas desde o sumiço, e também não houve qualquer contato solicitando resgate.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) agora investiga formalmente a morte do empresário. Equipes de investigadores estão empenhadas na análise de imagens de câmeras de segurança da região, buscando esclarecer todas as circunstâncias que levaram à morte de Adalberto.