Osasco ganha novas bibliotecas multiuso com programação cultural gratuita
Iniciativa do programa Força para Crescer: Pontos de Leitura leva acervo de 400 livros e atividades artísticas para escolas públicas.

Osasco ganha nesta semana duas novas bibliotecas multiuso em escolas públicas, como parte do programa nacional Força para Crescer: Pontos de Leitura. A iniciativa, patrocinada pelo Instituto Motiva, visa transformar os espaços escolares em centros de leitura e imaginação para a primeira infância, com um acervo de 400 livros e programação cultural gratuita.
As inaugurações serão nos dias 26 e 27 de setembro, com atividades artísticas e sessões de leitura nas escolas beneficiadas. O primeiro espaço será na EMEF Professora Olinda Moreira Lemes da Cunha (Rua Maria do Rosário de Jesus, 1009 – Munhoz Junior), em 26 de setembro, com apresentação artística às 9h e cerimonial às 10h. No dia seguinte, 27 de setembro, a Escola de Artes César Antônio Salvi (Rua Ten. Avelar Píres de Azevedo, 360 – Centro) receberá a biblioteca, com apresentação artística às 10h e cerimonial às 11h.
Cada biblioteca contará com 400 livros infantis de autores brasileiros, além de pintura artística nas paredes, móveis coloridos e adaptados, placas de sinalização e decoração lúdica, buscando estimular a imaginação e a convivência. William Mendonça, coordenador-executivo do projeto, destaca que a proposta vai além do incentivo à leitura, visando fortalecer a cultura e os vínculos na comunidade escolar. Renata Ruggiero, presidente da entidade que gerencia socialmente a Motiva, reforça o compromisso do Instituto com a educação e a promoção da leitura.
O programa Força para Crescer: Pontos de Leitura é apresentado pelo Ministério da Cultura, Enel, Itaú e Instituto Motiva, com realização da DEDA Soluções Criativas, Quitanda Soluções Criativas e Instituto BR Arte. Desde sua criação, já entregou 13 bibliotecas e impactou mais de 15 mil pessoas. Com as novas unidades em São Paulo e Osasco, a expectativa é alcançar cerca de 3.500 pessoas. As escolas escolhidas priorizam territórios de vulnerabilidade social e as bibliotecas mantêm uma rotina ativa com formação de professores, mediação de leitura e apresentações teatrais e de artes cênicas, valorizando as etnias e culturas do Brasil.