Flávio Bolsonaro supera Lula na votação para presidente em Osasco
Os eleitores de Osasco deram vantagem a Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República no primeiro turno das Eleições 2026, conforme mostra dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Os eleitores de Osasco deram vantagem a Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República no primeiro turno das Eleições 2026, conforme mostra dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com 93% das urnas apuradas até as 20h46 deste domingo (4), o candidato somava 179.167 votos, o equivalente a 45,34% dos votos válidos.
Lula (PT), que busca a reeleição, aparecia em segundo lugar, com 171.695 votos (43,45%). Osasco é o quinto município com maior número de eleitores do estado de São Paulo, com 583.505 pessoas aptas a votar nas Eleições 2026.
Na sequência, Escritor Augusto Cury (Avante) tinha 16.173 votos (4,09%), seguido por Renan Santos (Missão), com 15.136 (3,83%), e Ronaldo Caiado (PSD), com 9.851 votos (2,49%).
Também foram registrados votos para Zema (Novo), com 1.521 votos (0,38%); Samara (UP), com 823 (0,21%); Hertz Dias (PSTU), com 285 (0,07%); Clariana Barão (DC), com 207 (0,05%); Edmilson Costa (PCB), com 136 (0,03%); Veterinário Wilson Grassi (Democrata), com 108 (0,03%); e Rui Costa Pimenta (PCO), com 75 votos (0,02%).
Reeleito, Tarcísio lidera votação em Osasco para governador
Na disputa pelo governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito no primeiro turno e também liderou a votação em Osasco. Na parcial divulgada pelo TSE, o governador recebeu 205.184 votos no município, o equivalente a 56,21% dos votos válidos.
Fernando Haddad (PT) ficou em segundo lugar, com 155.003 votos. Os demais candidatos foram Vivian Mendes (UP), com 1.833 votos (0,48%); Vera Lúcia (PSTU), com 1.754 (0,48%); e Carlos Machado (PCB), com 1.225 (0,34%).
Em todo o estado, Tarcísio foi matematicamente eleito após superar a marca necessária para vencer no primeiro turno. O TRE-SP confirmou a reeleição com 90,02% das seções totalizadas; naquele momento, ele tinha 62,8% dos votos válidos, contra 36,2% de Haddad.