Questionado na manhã desta segunda-feira, 13, sobre se o orçamento de Osasco dá conta da implantação de um novo hospital municipal, que está em estudo no prédio do novo Paço, no Bonfim, o prefeito Rogério Lins (PTN) afirmou que sim.
Ele nega que a ideia seja uma “missão impossível”. “Isso foi discutido em uma reunião entre Secretaria de Governo, de Planejamento e Gestão… A gente entende que, existe um imbróglio judicial, e se não der andamento no processo de construção da nova prefeitura, a gente tem que pensar numa alternativa”, afirmou.
“A gente sabe que uma das maiores reivindicações da cidade é saúde. Foi sugerido na reunião um estudo, que nem foi concluído ainda, para ver a viabilidade de naquele espaço ter um hospital”, continuou o prefeito.
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Para Lins, o orçamento do município comporta mais um hospital. “Comporta. A gente está reorganizando a Saúde, enxugando muitos gastos que eram desnecessários, o quadro de funcionários comissionados, e a gente tem condição, sim, de ter mais um hospital”.
Prefeito diz que área da Saúde passa por reorganização
Sobre o projeto de construir um novo hospital em meio a problemas apontados no já existente, o Antonio Giglio e na rede municipal de Saúde em geral, o prefeito de Osasco analisou:
“Na verdade, nós temos 1.400 médicos aproximadamente, é um número significativo, mas por problemas administrativos e de gestão, não está atendendo a nossa expectativa e a demanda da cidade. Estamos reorganizando isso”.
De acordo com o prefeito, a administração municipal está “rediscutindo horários [de médicos], escalas, estudando caso a caso. É uma engenharia que tem que ser muito bem montada e conectada para que não tenha falha”.
“Prioridade ainda é implantação de novo Paço”
Lins ressaltou ainda que a prioridade para aquele local ainda é a implantação da nova sede da prefeitura, obra que enfrenta problemas na Justiça.
“O projeto prioritário é a edificação da prefeitura, agora, a gente estuda alternativas para que, se exista algum problema [judicial], a gente possa consolidar um novo equipamento público ali. Um dos que foram citados [é o hospital], para que a gente não tenha uma grande obra parada”, completou.
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